
Doenças e condições
· 2 min de leituraHerpes e herpes-zóster
O herpes simples é causado pelo vírus Herpes simplex (HSV), sendo o tipo 1 associado principalmente às lesões labiais e o tipo 2 às lesões genitais, embora essa divisão não seja absoluta. Após a infecção primária, o vírus permanece latente nos gânglios nervosos por toda a vida e pode se reativar diante de gatilhos como estresse, exposição solar, queda de imunidade e doenças febris. Estima-se que cerca de 67% da população mundial abaixo de 50 anos tenha infecção pelo HSV-1, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o que torna o herpes labial uma das condições dermatológicas mais prevalentes do mundo.
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O herpes simples é causado pelo vírus Herpes simplex (HSV), sendo o tipo 1 associado principalmente às lesões labiais e o tipo 2 às lesões genitais, embora essa divisão não seja absoluta. Após a infecção primária, o vírus permanece latente nos gânglios nervosos por toda a vida e pode se reativar diante de gatilhos como estresse, exposição solar, queda de imunidade e doenças febris. Estima-se que cerca de 67% da população mundial abaixo de 50 anos tenha infecção pelo HSV-1, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, o que torna o herpes labial uma das condições dermatológicas mais prevalentes do mundo.
O herpes-zóster é causado pelo vírus Varicella-zoster (VZV), o mesmo responsável pela catapora. Após a infecção primária, o vírus fica latente e pode se reativar décadas depois, causando a lesão característica em faixa, geralmente acompanhada de dor intensa. A neuralgia pós-herpética, dor persistente após a resolução das lesões, é a complicação mais temida e pode durar meses ou anos. A vacina contra herpes-zóster, recomendada para adultos acima de 50 anos, reduz significativamente o risco de reativação e, quando ocorre, diminui a gravidade e o risco de neuralgia.
Na Solara, tratamos tanto o herpes simples recorrente quanto o herpes-zóster, com antivirais no momento certo e manejo adequado das complicações. Para pacientes com herpes labial ou genital de repetição, existe possibilidade de tratamento supressivo contínuo com antivirais orais, estratégia com boa evidência para redução da frequência e intensidade dos episódios.